domingo, 29 de maio de 2016

Are we there yet? Are we there yet? (27/05/16)

 Picking up where we left, as 5h de esperas no CDG passaram rápido, graças  à companhia agradável, WiFi gratuita, poltronas fabulosas e ao museu do terminal E (exposição interessante sobre porcelana de Sevrès). O rendez vous com o quarto elemento foi tranquilo. Nada como combinar previamente e ter acesso a formas de comunicação não extraordinariamente caras. Ao que parece aprendemos alguma coisa desde a última aventura no outro lado do mundo...
Uma vez no avião, começaram os bons auspícios desta viagem. Os 20€ pagos para escolher os lugares valeram a pena: por alguma razão o 3o lugar dos 3 da fila onde nós estávamos não foi atribuído a ninguém num voo que estava praticamente cheio. Perks de ter cedido à chantagem da AirFrance... Direito a perna esticada, duas almofadas e não ter que acordar um estranho cada vez queria fazer xixi. Nice. 
 Entre sestas, filmes e o guia de viagem as doses horas passaram não a correr, mas num speed walking bastante aceitável. 
 Finalmente, Lima. Ao contrário do habitual, desta vez não tive dificuldades em entrar assim-assim no modo férias desde o momento em que saí do hospital. Ficaram algumas pendências, empurradas para um cantinho do cérebro, ocupando pouco espaço mas mesmo assim lá. Mas saindo o avião, todas as últimas preocupações lisboetas (trabalho, possiveis erros de preenchimento do IRS, a luz de alarme estúpida que insiste em acender no meu carro) ficaram lá. Para serem recuperadas no voo de volta certamente, em modo pânico, mas por enquanto vou viver em negação e curtir as férias carefree.
 

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